Ego X coração

Atualizado: 15 de Jun de 2020

Com a entrada do sol em Leão, resolvi compartilhar com vocês um dos primeiros textos que li sobre o ego, palavrinha essa que há dois anos atrás eu não conhecia o verdadeiro significado e me deu um novo olhar, uma nova perspectiva sobre mim mesma.

É tempo de reconhecermos o que faz nosso coração vibrar, é ele quem indica o que devemos ou não fazer na vida, mas a grande questão é sempre: Como ouvir o coração?

Primeiro, o mais importante saber o que NÃO é o coração, que é o ego. Sabendo quem é o ego em nós, estaremos mais pero da nossa essência, o coração.


E Leão representa o coração, o pulsar da vida, por isso é muito importante também expandirmos nosso chacra cardíaco, com respirações bem profundas, posturas de yoga, e nos conectando com os cristais e as cores verde e rosa (cores do amor).


♥ Indico também um banho com óleos essenciais, de lavanda e limão. Lavanda vai acalmar, trazer serenidade e afeto, enquanto o limão desperta a alegria e a criança interior. ⇒ Coloque uma gotinha de cada no box ou na banheira, e tome um banho meditativo. Preste atenção aos cheiros, ao toque da água no corpo, esteja presente. Não demore (rsrsr) a natureza agradece!



EGO, O FALSO CENTRO


“O primeiro ponto a ser compreendido é o ego.

Uma criança nasce sem qualquer conhecimento, sem qualquer consciência de seu próprio eu. E quando uma criança nasce, a primeira coisa da qual ela se torna consciente não é ela mesma; a primeira coisa da qual ela se torna consciente é o outro. Isso é natural, porque os olhos se abrem para fora, as mãos tocam os outros, os ouvidos escutam os outros, a língua saboreia a comida e o nariz cheira o exterior. Todos esses sentidos abrem-se para fora. O nascimento é isso. Nascimento significa vir a esse mundo: o mundo exterior. Assim, quando uma criança nasce, ela nasce nesse mundo. Ela abre os olhos e vê os outros. O outro significa o tu. Ela primeiro se torna consciente da mãe. Então, pouco a pouco, ela se torna consciente de seu próprio corpo. Esse também é o ‘outro’, também pertence ao mundo. Ela está com fome e passa a sentir o corpo; quando sua necessidade é satisfeita, ela esquece o corpo. É dessa maneira que a criança cresce.


Primeiro ela se torna consciente do você, do tu, do outro, e então, pouco a pouco, contrastando com você, com tu, ela se torna consciente de si mesma. Essa consciência é uma consciência refletida. Ela não está consciente de quem ela é. Ela está simplesmente consciente da mãe e do que ela pensa a seu respeito. Se a mãe sorri, se a mãe aprecia a criança, se diz ‘você é bonita’, se ela a abraça e a beija, a criança sente-se bem a respeito de si mesma. Assim, um ego começa a nascer. Através da apreciação, do amor, do cuidado, ela sente que é ela boa, ela sente que tem valor, ela sente que tem importância. Um centro está nascendo. Mas esse centro é um centro refletido. Ele não é o ser verdadeiro.